domingo, 10 de agosto de 2008

O que platão anda despertando

Os momentos bons estão cada vez acabando com o meu jeito de conheçer.
Minhas últimas imaginações estão perdendo o fato de ser totalmente psicodélica.
Queria ter uma possibilidade de que de fato estou vivendo realmente.
Estou me atraindo a coisas que não podem ser questionada no dia a dia.
Ao depara-me com o tic-tac do relógio, consigo sentir falta de poucos segundos.
Isso faz com que o tempo fique rodando em torno de mim, de um jeito que eu não perceba.
Poucas coisas são notadas no cotidiano, a verdade é que realmente isso tudo esta mudando.
Tentar questionar algo, pela sua forma, cor, som, parece difícil de se chegar no mundo inteligível.
Isso realmente chegou a um ponto de que fiquemos totalmentes isolados no nosso canto, levando em consideração de que a sobrevivência é individual. Nos deixando sempre apagados da verdade.

A idiotice disso é que não conseguimos notar algo que parece ter uma vida
Saber que a idéia que se tem de algo belo é totalmente voltada para um mundo inteligível,
Coisas difícil de ser entendida, por que vemos e não notamos
De fato somos todos cegos...

Bernard Freire
Últimos dias das férias

Nada
Nada
Nada...

Nada para fazer
Nada para pensar,
Nada para questionar.

Ninguém para se ouvir
Ninguém para conversar
Ninguém para se observar.

Pensei em estar feliz, mas passou um tempo para poder sentir o tédio,
sentir a solidão. Talvez isso não seja minha realidade, talvez um sonho...
Mas nos meus sonhos me sinto bem.
Penso no passado, no futuro (menos no presente).
Um silênsio,
Será que tem alguém aqui?

Bernard Freire

domingo, 3 de agosto de 2008


As noites vieram, os sonhos estavam presente.
Minha nostalgia ficou paralisada, meu futuro ficou paralisado.
Andei por tanto tempo, por lugares que nem percebia.
05:52 am acordo, estão todos adormecidos, vejo o nascer do sol.
O ônibus em movimento, a angústia, a descontração...
Nosso convívio, nossas idéias,
Nossas palavras, nossos conhecimentos.
Debati, adquiri conheçimentos, e ensinei.
Por ae me perdi, por ae conheçi, por ae observei.
Vi o céu, o mar, ruas, prédios enorme lugares famosos...
Agora eu acordo, tudo volta.
Meu cotidiano descongelou tudo,
Porque nossas imaginações continuam...

Continuo andando...

Bernard Freire
Não sabes não fala!
Não viste não fala!
Saber que outras as inventam, é tão imbecil.
Saber que outros falam, é tão imbecil.
Não lhe contaram, não invente!
E a mais bela vizinhaça, e mais filha da puta continua...
Com suas vidas e as dos outros.
Sem ter verdades,
Sem ter éticas,
Sem ter o que fazer.

Bernard Freire