quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

domingo, 28 de dezembro de 2008

Com-Paixão

Como se todos já soubessem. Agora que estas só quero que reflita.
Pensando nas noites perdida, grandes vontades de ter um sentimento de alÍvio de como as horas eram de fato tremendamente um passar de tempo.
Não quero que questione ou se calhe, mas ela passou e você não se encontrou.
Foi como uma vigem ao espaço, eu estava lá, e você aqui... tão longe!
Ela que parecia como uma espécie de guilhotina, sufocando cada vez mais os sentimentos de um pobre coração, Não levado o fato de pensar como isso era tão intrigante. Um gosto amargo que penetrava nas salivas criando um volume ruim. Questionado uma parábola de pensamentos que se passava rapidamente em segundo pela imaginação.
Isso ficava cada vez mais chato, ficava uma agonia, e o coração acelerava, parecia como se tudo fosse automático, uma espécie de mecanismo. Do lado de fora tudo parecia estar bem, a não ser as pernas tremerem e os olhos piscarem rapidamente.
Agora fecha os olhos respire fundo e reflita, um campo verde rodeado de flores e logo a frente uma bela moça de vestido branco, que a cada passo que dava se distanciava mais e mais e mais.
Sabia que estava perdendo-a, mas não queria assumir uma dor forte que me deixava cada vez mais fraco. Oh! Amor de compaixão, aonde fostes que me amargaste um sentimento repleto de dúvidas e dores que não deixava o meu coração em paz ao menos um segundo, queria que ficasse por perto para alimentar as vontades sem exagero de uma longa e tão curta paixão.

Imagine:
Totalmente despreparado para o fato de ela está calada, sozinha e me encarando, era provável que sentisse sede (muita seda). Diante daquela observação respiro fundo e avanço. Sentido toda a importância do momento, percebo que os cinco litros de água que havia bebido converge diretamente para as palmas das mãos, para axilas e para os pés.


Não importa o sentimento, à agonia e o nervosismo, não queria ter a paixão só uma compaixão que me trouxe de volta para a terra.